O maior mico da indústria fonográfica
IDG Now afirma que o maior mico da indústria fonográfica foi a luta contra o Napster (aquela rede P2P que permitia compartilhar arquivos, especialmente de música. De acordo com uma lista publicada pela revista Blender, ao recusar um acordo bilionário com o criador do Napster, a associação não só perdeu dinheiro como não atingiu seu objetivo: eliminar os usuários do software e o acesso a redes P2P, até então distante dos usuários.
A discussão sobre direitos, sugerida pelo governo brasileiro tem sido rejeitada tanto pela indústria fonográfica quanto por alguns artistas que se sentem ameaçados com a proposta do também artista e produtor de música, o ministro da Cultura Gilberto Gil.
O ministro sugeriu acabar com o maniqueismo entre direitos absolutos e pirataria desenfreada. Ele acha que a proteção excessiva tem favorecido grandes empresas e mantém a maior parte da população à margem desses conteúdos. A proteção dos direitos não pode ser um valor absoluto, mas deve garantir uma remuneração justa aos produtores.
No Brasil, muitos atribuem a desordem do mercado fonográfico e a conseqüente perda de receita das gravadoras não só à pirataria, mas também à insatisfação dos músicos com seus ganhos, motivo pelo qual cresceram as chamadas produtoras independentes.
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